sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Efeméride



Dia 1 de Setembro de 1939:

A Alemanha Nacional-Socialista lança a Blitzkrieg contra a Polónia na continuação do seu projecto expansionista a fim de concretizar o III Reich.
É a data consensual para o início da II Guerra Mundial.

Para nós deverá ser um dia de reflexão: e se os Aliados não tivessem ganho a Guerra?

26 Comments:

At 1/9/06 15:12, Anonymous JV said...

Vivo e de Boa Saúde, o novo sítio nacionalista na net. Porque a militância nunca é demais. Visitem e comentem!

 
At 1/9/06 16:33, Blogger Menestrel said...

Está divulgado. Muito folgo em ler algo de alguém que se diz contra os ideais democráticos.

Assim, pode-se lutar.

Saudações.

 
At 1/9/06 21:00, Anonymous Buabá said...

Resposta: seria o caos.

 
At 1/9/06 21:25, Blogger Menestrel said...

E o que se vive hoje? A ordem?

 
At 1/9/06 21:37, Anonymous Anónimo said...

teria sido uma maravilha! pelo menos sempre havia um projecto como deve ser com base na autoridade e num império.

 
At 1/9/06 21:40, Blogger Sardoal said...

É uma resposta que tem que ser dada "com pinças..."

 
At 1/9/06 21:47, Blogger Menestrel said...

Uma forma bastante inteligente de responder, digo-lhe já, Sardoal.
Porém, tão cómica como enigmática...

 
At 1/9/06 22:06, Anonymous rosenberg said...

Se Hitler tivesse ganho a guerra, a música na Europa tinha sido outra. Era fazer desertar esses judeus que ficaram para cá a aldrabar o continente e dar cabo desses comunistas e agora bloquistas também que conjuram para a destruição das nações mais antigas do Mundo!

Um pequeno, mas grande post, parabéns!!!

 
At 1/9/06 22:21, Blogger Menestrel said...

Por esquecimento, agradeço, agora, ao anónimo o seu comentário. No que se refere ao que disse concernante a "império" entendo-o como o III Reich, pois bem, na minha opinião, uma vez que países como a Bélgica; Holanda; Aústria; Luxemburgo; grande parte de Itália; naturalmente a Alemanha... desde a Idade Média contituíram um único Império - o I Reich- não me é dificel defender que podiam constituir um único país.


A Rosenberg:
agradeço também o seu comentário no qual abordou questões sensíveis, mas que não podem passar incólomes.

Saudações a todos!

 
At 1/9/06 22:54, Blogger Sardoal said...

"Com pinças"como dizem os médicos,com todo o cuidado.
E bem se compreende o melindre da efeméride,porquanto as massas nem estão habilitadas a pensar na hipótese de uma vitória Hitleriana.
Não é que a realidade se calhar fosse muito diferente (mas isso é matéria para outra discussão)mas o facto é que os Europeus estão de tal modo condicionados que nem pensam na hipótese.
É como na Russia da ex-URSS:Choravam Estaline,o "pai"porque nunca tinham conhecido ou sonhado que havia outras realidades.

 
At 1/9/06 23:07, Blogger Menestrel said...

"...as massas nem estão habilitadas a pensar na hipótese de uma vitória Hitleriana."

Plenamente de acordo. São os frutos empedernidos de uma vitória perniciosamente trabalhada.

 
At 2/9/06 11:17, Blogger Menestrel said...

Perdão: "incólume", obviamente.

 
At 2/9/06 11:31, Blogger Menestrel said...

A propósito, caro Sardoal:
esperava umas críticas, já prometidas da sua parte, no que se refere ao que escrevi em "preto no branco".

Espero que o meu desapontamento se justifique pela sua possível falta de tempo.
Afinal, todos nós temos as nossas ocupações.

De qualquer maneira, e agora lanço o repto a TODOS os visitantes deste espaço, acho estranho que quem defende a democracia no futuro agora não se ocupe a defendê-la...

Saudações Nacionalistas!

 
At 2/9/06 15:41, Anonymous Buabá said...

Se o agrada um reino onde só loiros, de olhos azuis e robustos vingam... Deficientes, homossexuais e diferentes perecem... Suponho que tenha características físicas arianas!

 
At 2/9/06 18:46, Blogger Menestrel said...

Por acaso, a analogia física está certa.

O mesmo não se pode dizer do âmbito da resposta dada.
A pergunta referia-se ao ambiente político que se poderia viver hoje na Europa e no Mundo se tivessem ganho as Forças do Eixo. Não as características da anatomia dos europeus. Embora não deixe de ser uma afirmação pertinente.

 
At 2/9/06 20:02, Anonymous Buabá said...

O ambiente político tem pessoas no meio...

 
At 3/9/06 11:49, Blogger Menestrel said...

Sim? Complete lá.

 
At 4/9/06 10:12, Anonymous Buabá said...

Fui claro. Para bom entendedor meia palavra basta. Não recebo ordens. Sou um individuo igual a si.
Paz e Amor.

 
At 5/9/06 12:01, Blogger Santos R. Queiroz said...

A minha opinião, do ponto de vista militar:

Bem, para poder ganhar o Eixo, teria o mesmo eixo de se manter em paz ou com a URSS (o que seria possível, pelo pacto de não-agressão) ou com os EUA. Provavelmente, seria a URSS a ser ricada do mapa. Afinal, como o Japão descobriu, a bomba atómica pode contrariar muitos dos grandes intentos duma nação. Não creio que Reino Unido ou qualquer outro país que não estes dois gigantes pudesse enfrentar o Eixo. A vitória teria sido fácil se Hitler não tivesse declarado guerra simultaneamente aos dois portentados emergentes e se não tivesse cometido o mesmo erro de Napoleão. Dou um conselho a qualquer general que, no futuro, queira invadir Moscovo: que bombardeie a cidade, que a incendeie, mas que nunca leve para lá milhares de soldados. Assim sendo, só os EUA não seriam invadidos. Um bloqueio económico eficaz e o mundo seria do Eixo.

A minha opinião, do ponto de vista social, económico e cultural:

Constituir um Império do Eixo (o que implicaria a interferência na China, na França, na Grã-Bretanha e na América do Norte, os principais motores econonómicos do mundo, se não incluirmos o próprio Eixo) seria tarefa árdua e requeriria muita astúcia e flexibilidade por parte dos governantes. Logo de início, teria de se descobrir a maneira de tornar todo o território ocupado economicamente rentável, sendo auto-suficiente e excedentário, até. Aconteceu o mesmo com a URSS e com qualquer grande estrutura organizativa humana. Temos que muitas das infra-estruturas estariam inoperantes, pela ocorrência da Guerra. O que pôs a Europa no caminho do sucesso pós-Guerra foi o plano Marshall e algum planeamento de fundos que as nações conseguiram fazer com as "compensações" que lhe foram atribuídas pela exploração (e perda) dos seus impérios coloniais. A Alemanha não disporia, em pouco tempo, de fundos suficientes para reconstruir toda a Europa e Ásia. Teria, portanto, de controlar (e supervisionar esse controlo) África, o que historicamente sempre foi uma dificuldade. O continente africano seria uma fonte dos recursos em falta (a única dificuldade séria: a resistência dos territórios afectos aos Impérios Francês e Inglês).

Estando todo o território operante e a economia relançada, surge-nos o problema social. Temos um conhecimento bastante razoável da Sociedade do III Reich e do Japão e Itália. No entanto, em áreas mais pobres, como o interior da Rússia, seria necessário recorrer à organização social tradicional nestes territórios, sem, no entanto, pôr em causa o regime ou os princípios em que o mesmo se basearia.
Chegamos então ao ponto culminante de toda a construção do novo Império: uma nova cultura, com novos valores e novas necessidades para todos os que se submetessem ao Reich. Pode não parecer, mas foi aqui que a URSS mais falhou. Todos os soviéticos desejavam, racional o instintivamente, viver como os capitalistas. Os capitalistas, por seu lado, criavam novas necessidades às populações, para as manter "distraídas" doutras realidades culturais. Assim, o nacional-socialismo, fascismo e imperialismo inerentes ao Eixo, teriam de ser realidades mais atractivas que o capitalismo demoliberal, baseando os seus fundamentos na inovação e na criação de condições de vida mais favoráveis que qualquer outro regime. Estaria assim assegurada a duração dos mil anos.


Como assegurar que nada disto falhasse?
E, o que me preocupa mais, como assegurar que a Tradição seria respeitada?

Tudo isto é um "se"; mas se não fosse, como seria? Este projecto foi um filho do Século XX, e, como tudo o que nasceu no século XX, quis a novidade e a diferença. Tendo sido a História construtora, a novidade pode ser destrutiva.

Saudações.

 
At 5/9/06 13:48, Anonymous Anónimo said...

A verdade é esta:

http://judicial-inc.biz/Broomberg.htm

Cpts

 
At 6/9/06 14:15, Blogger Menestrel said...

Não recebe ordens, Buabá? Não sei então como faz quando recebe uma carta do Estado a obrigá-lo a pagar os impostos. Chega à repartição de Finanças e diz isso?

E já agora, não somos iguais. Esse é mais um mito da democracia.
Paz de Cristo.
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Caríssimo Queiroz:
Para Hitler, realmente, o III Reich deveria ocupar toda a Rússia dia "europeia".
No que se refere ao Reino Unido, sempre digo: a Alemanha nacional-socialista não ganhou a guerra militarmente, mas cumpriu a promessa da destruição do império ultramarino britânico.

De resto, aplaudo a sua análise e gostei especialmente do pormenor referente aos "mil anos": a aspiração do Führer ao Império Milenar Alemão.

Saudações cordiais!

 
At 7/9/06 00:15, Anonymous Buabá said...

Isso é um dever de todos. Não é uma ordem. É diferente da afirmação que fez no outro comentário.

 
At 8/9/06 13:20, Anonymous Anónimo said...

observemos se existe algum paralelo de intimidade entre as políticas públicas da União Soviética e da Alemanha hitleriana em quadrantes como: gestão económica e modelos de economia planificada; centralização da decisão executiva ou eventual dissipação de poder; distribuição do poder numa base nacional e a quem ele é confiado; a restruturação do sistema político; redução das liberdades cívicas e repressão da dissidência política; propaganda oficial ao regime e produção doutrinária original por parte deste.
Finders Keepers !

 
At 9/9/06 18:39, Blogger Menestrel said...

Buabá, um dever decorre de uma ordem. Deve pagar os impostos porque a constituição assim o ordena.

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O comentário anónimo, não deixando de dar a conhecer o sobejamente conhecido, deixa os intentos ao critério do leitor...
E isso, por vezes, pode ser bastante perigoso.

 
At 10/9/06 20:35, Anonymous Ricardo Zenner said...

Se os aliados tivessem perdido a guerra, creio que o mundo seria muitíssimo diferente, embora não creia que fosse pior, antes pelo contrário.

Em primeiro lugar, os «300» sujeitos que se julgam donos do mundo, constituídos em organizações como o Clube Bilderberg, a Trilateral, o CFR, o FMI, o Banco Mundial, etc., liderados pelas organizações judaicas Bnai Brith e quejandas, não teriam qualquer hipótese de implementar o totalitarismo global de hoje.
Hitler (e Rosenberg) sabiam perfeitamente o que estava em jogo e quem estava por detrás de Versalhes, dos 14 Pontos, da Sociedade das Nações, da bancarrota de 1929.

Em segundo lugar, a Alemanha teve computadores a partir de 1936 (Konrad Zuze), quando os américas só os conseguiram depois de 1947, a mesma data para estações de televisão, caças a jacto desde 1937, reactores nucleares desde 1941 (em Tubingen, Leipzig e Heigerloch), a bomba atómica desde 1944 (há um excelente livro de David Irving - The Virus House - sobre o assunto). O videofone - telefone com video associado - estava a funcionar em 1937 entre Berlim e Leipzig. O projecto espacial Sanger estava em fase pre-operacional em 1944. E o bombardeiro B2 americano actual é uma cópia do Horten furtivo de 1944.
Von Braun morreu e a Nasa passou a somar desastres...
Tudo isto nos levaria a crer que, pelo menos no campo científico, o mundo estaria agora muitíssimo mais avançado.

Em terceiro lugar, a ideia de que só subsistiria uma raça loira de olhos azuis é mais um disparate da propaganda aliada, que perdura. Na verdade, é preciso lermos as directivas de Alfred Rosenberg e as Leis Rácicas de Nuremberga para percebermos que não é nada disso. Inclusivamente, haviam 600.000 judeus nas forças armadas alemãs, incluindo as SS. Alguns chegaram a generais, e, por exemplo, o imediato do Bismarck era filho de mãe judia.
As SS contavam também unidades muçulmanas, constituídas por croatas, sírios, palestinianos, paquistaneses e egípcios. E a unidade indiana era temível, constituída principalmente por sikhs (de turbante!).
Por outro lado, uma das últimas unidades a combater por Berlim foi a SS Charlemagne, constituída por voluntários franceses, alguns deles argelinos... bem escurinhos, por sinal.
E que dizer da Divisão Azul, constituída por portugueses e espanhóis, voluntários que se bateram valorosamente na frente russa?

Assim, sabendo que o nazismo procurava uma pureza rácica DENTRO de cada raça, com a ideia de obter a 6ª Raça Atlante a partir da ariana (não é ficção, é a teoria de Rosenberg), e apenas mantendo os judeus talmúdicos (os sionistas de agora) afastados de qualquer pretensão ao poder, a afirmação de que as outras raças seriam eliminadas é, no mínimo, ridícula.

E se os «democratas» de agora vêm brandir o «espectro» do totalitarismo, pergunto-lhes que pior totalitarismo pode haver que o da globalização? Onde os 220 milhoes de escravos das multinacionais são transaccionados no Brasil, na Indonésia, na China, na Índia, por uns míseros 15 dólares, para trabalharem nas minas, na manufactura, na agricultura intensiva, sem quase alimentação e nenhuma assistência médica (é mais barato substituir um escravo morto). Isto quando até os campos de concentração nazis tinham médicos (e não se destinavam às experiências que os media apregoam).

Enfim, a maior mentira do Século XX perdura, imposta como dogma moderno, com penas de prisão para quem a contestar. Perdura como as pilhas não-sei-quantas... Até as pessoas abrirem os olhos.

Saudações

 
At 10/9/06 21:50, Blogger Menestrel said...

Caro Zenner:
Penso que será escusado escrever que me agradou imenso ler o seu sábio comentário.
A propósito de Von Braun, passou recentemente uma série de episódios na RTP2 que explicou o percurso da sua vida científica e a sua viragem do III Reich para os EUA.

Quanto à acção aliada de pintar o derrotado de negro e a moralizar a guerra designado o Eixo de "forças do mal", é uma idiotice que as pessoas aceitam desde o pós-guerra sem terem a mímina noção das contradições e das falsificações que se deram no processamento de culpa que tem sido feito.

Os fascistas não são os diabos que querem fazer crer. Este é o problema (e a luta!).

Saudações Nacionalistas.

 

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